Abobrinhas Prontas

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quarta-feira, 2 de março de 2011

Histórias, nossas histórias.

Boa Noite!
Hoje vou contar uma história a vocês, leitores, que a maioria dos meus amigos já conhece.
Eu tinha criado o blog pensando em colocar as histórias que eu já passei nesses longos dezoito anos(!). Aí vai:
Episódio de Hoje: História da Gráfica.
Quando eu tinha por volta de quinze anos, decidi fazer um curso técnico de administração, bom, chegando no terceiro módulo do curso, tínhamos que fazer um TCC, eu e mais dez pessoas. Fizemos o bendito TCC, e eu fui com uma amiga à uma gráfica para imprimir. Encomendada a impressão, a gente combinou de encontrar todo mundo na praça em frente ao técnico pra comemorar o fim do trabalho. Daí eu fui inventar de mandar uma mensagem para a minha amiga sair da aula (cabular) e encontrar a gente lá. Ela simplesmente mostrou a mensagem ao professor, que decidiu me ligar. Obviamente eu não esperava que ele me ligasse. Eu atendo, uma voz parecida com a de um colega, mas falava igual ao meu pai. Fiquei confusa.
-Alô? Luan? Pai? Professor?!
Qual não foi o meu choque de descobrir que o Professor da aula que eu estava me ausentando estava me ligando, eu provavelmente tinha me ferrado junto com os meus amigos.
Não contente em me assustar, o Professor questionou se eu estava ainda na gráfica e começou a perguntar um por um dos meus amigos que estavam perto de mim, e eu negando. A partir desse momento eu tive a certeza que estava morta. Ele estava da janela olhando a nossa arte. Bem time! Aí ele me perguntou:
-E o dono (da gráfica)?, deixa eu falar com ele então.
Eu, sem saída: - O dono saiu, está ausente.
Desespero completo.
 O professor disse que "então tudo bem", e desligou. Ufa, pensei. O problema agora era assistir a próxima aula do dito cujo.
Uma amiga muito esperta encontrou a saída para o nosso dilema. Fez um papel escrito: GRÁFICA, dono ausente. E fomos na cara de pau para a aula.
Agradeço ao bom-humor do Prof. que entendeu o que tinha acontecido, e ficamos lá parcialmente felizes e tranquilos na sala de aula.


Bons tempos aqueles de técnico (haha, coisa de velha)
Boa Noite!
Tamires

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